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Checos escolhem "Trump nacional" para primeiro-ministro

Checos escolhem "Trump nacional" para primeiro-ministro
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De  Euronews
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Andrej Babis, milionário, populista, anti-imigração e crítico de Bruxelas, vence legislativas.

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A Aliança dos Cidadãos Descontentes (ANO), liderada pelo milionário Andrej Babis, venceu, sem maioria, as eleições na República Checa com 29,6 por cento dos votos.

A ANO terá 78 dos 200 lugares da câmara baixa do Parlamento e deverá formar um governo de coligação.

O partido de direita ODS foi a segunda força política mais votada, com 11,3 por cento (24 deputados), e o Partido Pirata conquistou 10,7 por cento, conseguindo pela primeira vez representação parlamentar com 22 deputados.

#VOLBY: OFICIÁLNÍ VÝSLEDKY
Volební účast byla 60,84 %
Podrobně na webu https://t.co/E0JwmeW0NR, kde si můžete naklikat možné koalice pic.twitter.com/FZkkBWcsQP

— ČT24 (@CT24zive) 21 de outubro de 2017

O partido de extrema-direita Democracia Direta e Liberdade ficou em quarto lugar com 10,6 por cento (22 lugares).

Dura vitória para os sociais-democratas

Os sociais-democratas do CSSD, do primeiro-ministro cessante, Bohuslav Sobotka, registam uma forte queda, conquistando 7,3 por cento, equivalente a 15 lugares na câmara baixa.

Um primeiro-ministro milionário e populista

Andrej Babis, um milionário de 63 anos que se tornou um político populista, anti-imigração e eurocético, é descrito pela revista Forbes como a “versão checa de Donald Trump”. Considerado o segundo homem mais rico da República Checa, controla dois grandes diários e a primeira rádio privada do país.

Em maio último, foi afastado do cargo de vice-primeiro-ministro e da pasta das Finanças e mais recentemente, em setembro, perdeu a imunidade parlamentar para ser investigado por alegadas fraudes fiscais e desvio de fundos europeus.

Durante dois dias, sexta-feira e hoje, mais de 8,4 milhões eleitores checos foram chamados às urnas para eleger os 200 membros da Câmara de Deputados (câmara baixa), numas eleições marcadas pela preocupação quanto à futura orientação do país.

A taxa de participação dos eleitores fixou-se nos 60,2 por cento.

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