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Justiça britânica adia decisão sobre Julian Assange

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Justiça britânica adia decisão sobre Julian Assange

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Não foi desta que Julian Assange soube se poderá ou não sair em liberdade. Primeiro, a magistrada britânica responsável pelo processo anunciou que o mandado de detenção era para manter. Mas depois, face a um novo pedido dos advogados do fundador do Wikileaks, que evocaram ser uma medida "contrária ao interesse público", decidiu-se adiar a decisão definitiva para o dia 13 de fevereiro.

"Temos de esperar pela próxima semana para uma decisão final. Estamos muitos satisfeitos que o tribunal tenha ouvido a longa história em torno deste caso, avaliando as medidas aplicadas, que são desproporcionais e sem fundamento. Assange precisa da garantia de que não será extraditado para enfrentar um processo nos Estados Unidos", declarou Jennifer Robinson, advogada de defesa.

Assange está há mais de cinco anos refugiado na Embaixada do Equador em Londres, por causa do mandado de captura emitido pela Suécia devido a acusações de agressões sexuais. O caso acabou por ser arquivado, mas a justiça britânica manteve a ordem de detenção por Assange ter solicitado asilo quando se encontrava em liberdade condicional.