Euronews is no longer accessible on Internet Explorer. This browser is not updated by Microsoft and does not support the last technical evolutions. We encourage you to use another browser, such as Edge, Safari, Google Chrome or Mozilla Firefox.

Última hora

Última hora

Hungria: campanha política em "revolução"

Hungria: campanha política em "revolução"
Tamanho do texto Aa Aa

Milhares de pessoas saíram à rua na Hungria para assinalar mais um aniversário sobre a revolução que começou a 15 de março de 1848. Na altura, as forças húngaras foram derrotadas pelo exército austríaco e russo. Hoje em dia, muitos partidos políticos utilizam a data para tentar chegar mais perto da população. Este ano e com as eleições legislativas à porta ninguém quis ficar de fora.

"Somos um povo sereno e gentil, mas não somos cegos nem ingénuos. Depois das eleições iremos vingar-nos moral, legal e politicamente" afirma Viktor Orbán, primeiro-ministro e candidato do Fidesz.

A política migratória está a dominar a campanha do atual primeiro-ministro e candidato a um terceiro mandato. O Fidesz, o partido Viktor Orbán lidera as intenções de voto, mas de acordo com as sondagens está a perder popularidade. Um espaço que o partido de extrema-direita Jobbik quer conquistar.

"Não estou à procura do que nos divide, mas daquilo que nos une. Não estou à procura de conflito, mas de consenso" refere Gábor Vona, líder do Jobbik

Os socialistas que estiveram no poder durante oito anos - antes do Fidesz - partilhou o espaço com outras formações. O partido satírico do Cão com Duas Caudas (MKKP), também, não faltou.

Dániel Bozsik, Euronews: "Os húngaros festejavam o aniversário da revolução de 1848, em Budapeste, e vários deslocaram-se mesmo da Polónia ou da Transilvânia para ouvir o primeiro-ministro. Já as manifestações convocadas pela oposição foram mais populares nas grandes cidades do país."