Turquia e Kosovo em guerra de palavras

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De  Ricardo Figueira
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Recep Tayyip Erdoğan criticou o PM do Kosovo por ter demitido o ministro do Interior e o chefe das "secretas" depois da deportação de seis cidadãos turcos.

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O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdoğan, criticou o primeiro-ministro do Kosovo Ramush Haradinaj, depois da polémica em torno da deportação de seis cidadãos turcos, considerados terroristas pelo governo de Ancara, por pertencerem à organização do clérigo Fetullah Gülen.

Num comício em Istambul, Erdoğan acusou o chefe do governo kosovar de estar ao serviço de potências estrangeiras na forma como lidou com o assunto: "Estou triste, porque o primeiro-ministro do Kosovo demitiu o chefe dos serviços secretos e o ministro do Interior. Só pergunto quem lhe deu instruções para tomar essa decisão", disse.

Através do Twitter, Haradinaj justificou a decisão.

Segundo ele, a decisão de deportar os seis cidadãos turcos foi tomada sem o consultar. Os seis turcos estavam a trabalhar para uma rede de escolas pertencente a Fetullah Gülen e foram presos por os vistos de residência terem caducado. A comunidade internacional está preocupada com eventuais maus-tratos que possam vir a sofrer na Turquia.

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