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Moore visa Trump em "Fahrenheit 11/9"

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Moore visa Trump em "Fahrenheit 11/9"

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REUTERS/Mark Blinch
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O mais controverso cineasta norte-americano está de regresso com um documentário sobre o mais polémico dos presidentes dos Estados Unidos.

Com um nome que alude à data da eleição de Donald Trump, 9 de novembro de 2016, "Fahrenheit 11/9" também não esconde a referência ao anterior e mais famoso filme de Michael Moore, "Fahrenheit 9/11", centralizado na administração de George W. Bush.

No habitual tom cómico e provocador, o novo documentário gira em torno de duas questões fundamentais: como é que os Estados Unidos chegaram à presidência de Trump e como fazer para "sair" da era Trump.

Michael Moore: "À medida que fazia este filme, fiquei cada vez mais preocupado com o nosso país e o seu futuro. Não se pode passar todos os dias, durante sete meses, com Donald Trump sem se chegar à conclusão de que a nossa ala, a esquerda do espectro político, não o levou a sério, continua sem o levar a sério e ainda pensa que pode ser mais esperta do que ele. Ele foi mais esperto do que todos os outros e talvez mesmo mais esperto do que uma das pessoas mais espertas de sempre a candidatar-se a presidente."

Moore admite a possibilidade, caso o novo documentário lhe provoque problemas com a Justiça e a administração norte-americana, de se tornar "refugiado político" no vizinho Canadá.