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Antissemitismo é inaceitável "especialmente na Alemanha"

Antissemitismo é inaceitável "especialmente na Alemanha"
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REUTERS/Hannibal Hanschke
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74 anos depois da libertação do campo de concentração de Auschwitz, a memória foi chamada ao centro do debate político. Wolfgang Schäuble, presidente do Bundestag, a câmara baixa do parlamento alemão, lembrou o primeiro artigo da constituição da Alemanha que defende "a dignidade do homem acima de tudo".

Para Schäuble,"evocar a história é uma obrigação ainda maior quando se torna evidente que ainda existem estereótipos e preconceitos perigosos na nossa sociedade, exclusão e discriminação". O presidente do parlamento diz que existem vários tipos de antissemitismo nos dias de hoje: "um antigo, mas também um novo, imigrante. E ambos são inaceitáveis, especialmente na Alemanha."

Um recado para os tempos de hoje, numa cerimónia emotiva, com testemunhos na primeira pessoa. Saul Friedlander, historiador e sobrevivente do holocausto sublinhou que nos ombros dos alemães cabe uma responsabilidade particular de liderar o caminho. "Todos os sobreviventes do holocausto esperam que os alemães tenham a força moral para continuar a lutar pela tolerância e inclusão; humanidade e liberdade. Em síntese: pela verdadeira democracia," afirmou.

A cerimónia no Bundestag insere-se nas comemorações dos 74 anos da libertação de Auschwitz a 27 de janeiro de 1944.

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