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EUA põem cabeça de filho de Bin Laden a prémio

EUA põem cabeça de filho de Bin Laden a prémio
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(Fotó: rewardsforjustice.net)
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Chama-se Hamza Bin Laden, é um dos filhos do antigo líder da al-Qaida e, a partir desta sexta-feira, tem um alvo gigante nas costas: 1 milhão de dólares de recompensa pela sua captura. Fatura a pagar pelos Estados Unidos que acreditam que Hamza é o novo líder da al-Qaida e está a reunir tropas.

Michael T. Evanoff, subsecretário dos EUA para a Segurança Diplomática, explica que "desde, pelo menos, agosto de 2015, Hamza divulgou mensagens de áudio e vídeo na internet a pedir aos seus seguidores que lançassem ataques contra os Estados Unidos e aliados ocidentais. Fez ameaças contra os Estados Unidos para vingar a morte do seu pai, em Maio de 2011".

Há dois anos, Hamza Bin Laden foi classificado como terrorista. Com as novas informações de que está a reconstruir a al-Qaida, o nível de ameaça disparou.

Os Estados Unidos dizem ter provas de que "a al-Qaida não está inativa" Nathan A. Sales, coordenador do Contraterrorismo nos EUA, garante que o movimento "está a reconstruir-se" e "continua a ameaçar os Estados Unidos". "Nos últimos anos, a atenção do mundo centrou-se - compreensivelmente - na ameaça do Daesh. A Al Qaida esteve relativamente calma durante este período, mas foi uma pausa estratégica; não uma rendição. Não se enganem: a al-Qaida mantém a capacidade e a vontade de nos atingir", afirma Nathan A. Sales.

Estados Unidos fizeram aprovar uma resolução na ONU que determina o congelamento de bens de Hamza Bin Laden

Hamza não estará muito longe do local onde o pai foi assassinado. As últimas informações colocam-no na região da fronteira entre o Afeganistão e o Paquistão. Osama Bin Laden terá tido mais de 20 filhos das 4 mulheres com quem casou, mas Hamza será o seu herdeiro político. As informações da secreta norte-americana dão conta de que é casado com a filha de Mohamed Atta, o terrorista que pilotou um avião contra a torre norte do World Trade Center, em Nova Iorque, a 11 de setembro de 2001.

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