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Civismo domina legislativas na Guiné-Bissau

Civismo domina legislativas na Guiné-Bissau
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761 mil guineenses foram este domingo chamados às urnas para eleger os novos representantes do parlamento de Guiné-Bissau. Apesar das filas, o processo eleitoral decorreu sem grandes percalços. As eleições colocam um ponto final a quatro anos de crise política e apesar da instabilidade, na hora de cumprir o dever cívico, o presidente José Mário Vaz preferiu destacar o civismo que dominou o processo eleitoral.

O chefe de Estado guineense congratulou-se pelo facto de pela primeira vez na história do país, quer o governo quer o presidente da República conseguiram terminar os mandatos, destacando que isso foi feito "sem mortes, sem espancamentos, sem golpes de estado sem prisões arbitrárias, sem prisioneiros políticos e com liberdade de expressão e imprensa."

José Mário Vaz foi mesmo mais longe e disse considerar o país como o "campeão da liberdade".

A equipa da ONU destacada para supervisionar as eleições também se congratulou pela inexistência de incidentes, destacando ainda a elevada afluência às urnas.