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Equador quer lutar contra o ciberterrorismo

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REUTERS/Peter Nicholls
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"Liberdade para Julian Assange", este um dos motes que levou para as ruas da capital do Equador, Quito, algumas dezenas de apoiantes do fundador do WikiLeaks, Julian Assange, detido na semana passada em Londres.

O governo do Equador afirma que vai pedir auxílio à comunidade internacional a fim de lidar com uma sucessão de ataques informáticos sofridos desde quinta-feira passada, após a detenção do ativista e fundador do WikiLeaks.

Um membro do governo confirmou que Israel será um dos países envolvidos.

"Várias pessoas próximas, ou afiliadas, que mantiveram contacto com o sr. Assange criaram no Equador um centro de recrutamento e tecnologias de informação que nós estamos a investigar. De facto, um cidadão sueco detido no Equador para investigações manteve-se em contacto com o sr. Assange, visitando-o em várias ocasiões na embaixada em Londres", adiantou Jose Valencia, o chefe da diplomacia do Equador.

A detenção de Julian Assange na semana passada levou a uma vaga de mais de 40 milhões de ataques através da internet. As autoridades apontam o dedo a seguidores de Julian Assange e do grupo Wikileaks assim como do grupo de piratas informáticos, Anonymous.