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Moldávia mergulha numa crise pol´ítica

Moldávia mergulha numa crise pol´ítica
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Novo mergulho da Moldávia numa crise política. Deposto pelo tribunal constitucional, o agora ex-presidente Igor Dodon apelou à comunidade internacional para intervir no pequeno país da Europa oriental.

Acusa o seu designado sucessor, Pavel Filip e o Partido Democrático, de estarem por detrás de uma decisão judicial "não independente" que o afastou do cargo.

Ao assumir a chefia de Estado, Filip, primeiro-ministro em exercício, convocou eleições para setembro e acusou Dodon, representante da aliança entre o partido socialista pró-russo e a coligação Acum, pró-europeia, de terem tentado usurpar o poder. Aprovaram no parlamento um Governo liderado por Maia Sandu, apesar da data limite de sete de junho ter sido ultrapassada, motivo da decisão do tribunal constitucional.

Apesar não terem respeitado os três meses necessários para formar governo, os deputados da coligação consideram que o tribunal foi tomado de assalto por oligarcas exigem demissões nas instituições do Estado.

Na prática, o país conta agora com dois governos. A União Europeia apelou à calma e ao respeito ao Estado de direito, enquanto Moscovo pediu ser evitada a desestabilização partidária.