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PSOE em campanha pela maioria

PSOE em campanha pela maioria
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REUTERS/Javier Barbancho
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Quantro anos, quatro eleições legislativas, quatro campanhas eleitorais. A ver se à quarta é de vez, Espanha deu início, esta quinta-feira, à campanha para a ida às urnas a 10 de novembro.

Um processo bem conhecido de Pedro Sánchez, que, mais uma vez tenta chegar a uma maioria do Partido Socialista no parlamento, depois de ter falhado o objetivo nas últimas eleições em abril.

No discurso de abertura de campanha, o atual primeiro-ministro e líder do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) apelou à maioria. "Temos alguns desafios e ameaças muito importantes, precisamos de um governo forte. É por isso que temos um projeto político, temos as equipas, temos as ideias e o apoio social para concretizá-lo. E o que é que eles têm? Eles não têm um projeto político. O que têm é um projeto para as próximas duas semanas. O projeto deles é parar o governo socialista. O projeto político dos independentistas, da extrema-direita, da direita e talvez o do senhor Iglesias é que o Partido Socialista não obtenha uma maioria a 10 de novembro que permita um governo forte no nosso país".

Um dos temas quentes, a Catalunha, está a permitir uma subida da direita. De acordo com as sondagens, o Partido Popular com a promessa de mão pesada para lidar com a questão da independência, vai consolidar-se em segundo lugar.

"O Partido Popular é a garantia para que Espanha siga unida. E por isso propusemos uma recuperação do papel de Espanha na Catalunha. E para isso dissemos claramente que o senhor Torra não pode continuar à frente da Generalitat nem mais um minuto, enquanto houver violência, distúrbios e enquanto os catalães não puderem ir à rua e os estudantes à universidade, enquanto a polícia for espancada. Ele não pode ficar lá nem mais um minuto", afirmou o líder do Partido Popular (PP), Pablo Casado.

À esquerda, o Podemos luta por um terceiro lugar, com a esperança de que um bom resultado posicione o partido como um parceiro de coligação para os socialistas.

Já os liberais do Ciudadanos estão em risco de perder uma parte significativa da base eleitoral, com uma fuga de votos ainda mais para a direita. A extrema-direita onde está o Vox, que, a menos de um mês das eleições, aparece nas sondagens como a quarta força política

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