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Coronavírus: Pequim apela a "ação comum" internacional

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Coronavírus: Pequim apela a "ação comum" internacional
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Liang Xiaopeng/Xinhua via AP - Liang Xiaopeng
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O chefe da diplomacia chinesa apelou, em Berlim, a uma "ação comum" da comunidade internacional para lutar contra o coronavírus, sublinhando que "os vírus não conhecem fronteiras". O homólogo alemão prometeu que o seu país fará tudo o possível para ajudar Pequim a conter a epidemia.

O encontro na capital alemã decorreu enquanto os países da União Europeia debatiam, em Bruxelas, como criar uma "frente comum" para lutar contra a crise sanitária.

A China anunciou um forte aumento no número de casos, justificado no entanto por novos métodos de diagnóstico.

Oliver Morgan, Organização Mundial de Saúde: "A nossa interpretação é de que não se trata de 13.000 novos casos, mas de uma reclassificação de casos suspeitos, que estavam à espera de ser testados mas que foram agora definidos como confirmados, com base unicamente na situação clínica. Por isso não prevemos que haja aumentos semelhantes em cada dia, mas sim que teremos agora tanto casos confirmados por laboratório como clinicamente em Hubei."

Centenas de passageiros de um navio de cruzeiro norte-americano puderam desembarcar esta sexta-feira no Cambodja, depois de mais de 10 dias à procura de um destino em alto mar. Cinco países asiáticos tinham recusado a entrada nos seus portos por receio do novo coronavírus, apesar de não ter sido identificado nenhum caso do agora chamado Covid-19 a bordo.

A epidemia fez até ao momento perto de 1400 mortos e há registo que quase 64.000 contaminados, a larga maioria no território chinês.

Em Wuhan, epicentro do surto, um grande número de pacientes está em quarentena num dos 9 hospitais temporários erguidos em tempo recorde.

As imagens da televisão estatal chinesa, que mostram um ambiente descontraído no interior, contrastam com denúncias de médicos, que relatam nomeadamente a falta de equipamento de proteção.

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