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Migrantes ilegais intercetados no Algarve e dois estavam infetados

Migrantes são levados para Base da Proteção Civil em Quarteia depois de intercetados pela GNR e Polícia Marítima na Ilha Deserta, Faro, Algarve
Migrantes são levados para Base da Proteção Civil em Quarteia depois de intercetados pela GNR e Polícia Marítima na Ilha Deserta, Faro, Algarve Direitos de autor Cleared
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De  Ricardo Borges de Carvalho com LUSA
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Grupo de 28 pessoas viajou de Marrocos e foi levado para a Base da Proteção Civil, em Quarteira, onde aguardaram os resultados aos testes feitos à Covid-19. Dois deram positivo

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Vinte e oito migrantes foram intercetados esta terça-feira pelas autoridades portuguesas quando desembarcaram na ilha Deserta, na ria Formosa, no Algarve. Testados à Covid-19, pelo menos dois tiveram resultado positivo.

O grupo constituído por 24 homens, três mulheres (uma das quais grávida de cinco meses) e um menor vinha a bordo de uma embarcação de cerca de sete metros que tinha saído de Marrocos.

O Comandante da Zona Marítima do Sul, Fernando Rocha Pacheco, diz que os migrantes saíram da zona de Casablanca e quando alcançaram as praias algarvias "desta vez, tentaram fugir. Um padrão anormal".

O grupo foi levado para a Base de Apoio Logístico da Proteção Civil, em Quarteira, onde foi submetido aos testes de despistagem ao novo coronavírus.

Vão ali permanecer até se conhecer os resultados aos testes. Se forem negativos o processo seguirá os trâmites normais junto do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras. Caso haja algum infetado, as autoridades sanitárias terão primeiro de intervir e impor uma quarentena obrigatória aos casos positivos.

Com a chegada deste grupo sobe para cerca de 80 os migrantes que desembarcaram de forma ilegal nas praias algarvias desde dezembro do ano passado.

Quando chegam pedem proteção internacional ao Estado português. Durante o período em que os pedidos estão a ser analisados é-lhes concedida documentação que lhes garante assistência médica, educação, alojamento e meios de subsistência. No entanto, a maioria não espera a conclusão do processo e acaba por fugir para outros países europeus.

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