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Extradição de Alex Saab continua por decidir

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Os EUA vão ter de continuar à espera de saber se Alex Saab, o cidadão colombiano acusado de branqueamento de cerca de 295 milhões de euros resultantes de esquemas de corrupção de Nicolas Maduro, através do sistema financeiro norte-americano.

O alegado testa-de-ferro do presidente venezuelano está detido desde junho em Cabo Verde, numa operação coordenada pela Interpol, e o Supremo Tribunal acaba de decidir que não tem competência para julgar o caso. Isto depois da defesa de Saab ter recorrido a esta alta instância por considerar que houve "irregularidades e constantes violações" dos direitos humanos do seu cliente. Saab, e de acordo com as autoridades venezuelanas viajava com passaporte diplomático, enquanto "enviado especial" do governo de Caracas.

O Supremo remeteu o caso para o Tribunal da Relação que o tinha já analisado e aprovado o pedido de extradição a 31 de julho. Alex Saab, de 48 anos, está em prisão domiciliária depois de ser detido durante uma escala técnica no Aeroporto Internacional Amílcar Cabral, na ilha do Sal, por recair sobre si um mandado de captura internacional emitido pelos EUA.