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Maia Sandu acredita que vai ser a próxima presidente da Moldávia

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Maia Sandu acredita que vai ser a próxima presidente da Moldávia
Direitos de autor  AP Photo/Vadim Ghirda
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Os moldavos escolhem o próximo presidente no domingo. Nenhum dos candidatos deverá obter uma maioria absoluta, exigindo assim que os dois candidatos principais - o mais provável é que sejam o presidente em exercício Igor Dodon e a ex-Primeira-Ministra Maia Sandu, líder do Partido da Ação e Solidariedade (PAS) - se enfrentem numa segunda volta no dia 15 de novembro.

Numa sondagem de opinião divulgada na sexta-feira, 23 de outubro, pela Associação de Sociólogos e Demógrafos, 32,5% dos eleitores votariam em Igor Dodon, e Maia Sandu acumularia 18,4% dos votos. Na segunda volta, de acordo com a sondagem, a maioria dos inquiridos apoiaria Igor Dodon.

Numa entrevista à Euronews, Sandu garantiu que não está pronta para desistir.

“A Moldávia está numa encruzilhada: ou se torna num Estado funcional com liderança competente - ou se torna num Estado falhado. Um Estado funcional significa, antes de mais, um Estado que acaba com a corrupção e que encoraja as empresas. Precisamos de um presidente que defenda os interesses nacionais, independentemente das consequências para as relações com a Rússia ou com outros países".

Para Sandu, Dodon, que dirige o Partido Socialista, só pode ganhar se se envolver em falsificações maciças. Alguns observadores acreditam que as eleições moldavas podem levar a disputas ao estilo bielorrusso e desencadear protestos em massa nas ruas.

A eleição presidencial da Moldávia oferece mais uma vez uma escolha difícil entre o Oriente e o Ocidente. O candidato pró-russo Igor Dodon e a sua adversária pró-europeia, Maia Sandu, têm quase a certeza de entrar numa segunda volta no dia 15 de novembro.

O país mais pobre da Europa, está quase uniformemente dividido entre prosseguir a integração com a Europa e permanecer sob a alçada da Rússia.