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Na Europa restrições impõem-se às celebrações

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Na Europa restrições impõem-se às celebrações
Direitos de autor  Cecilia Fabiano/LaPresse via AP
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No Reino Unido vários milhões de pessoas acordarão, depois das celebrações de Natal, ou seja no dia 26, no nível quatro de restrições, as mais rígidas.

O governo britânico luta para conter a propagação da nova variante deste novo coronavírus que não dá tréguas há cerca de um ano. A ordem é para se ficar em casa, todo o comércio não essencial estará encerrado em várias cidades do país.

Quarta-feira, o secretário para a Saúde revelava que tinham sido detetados dois casos de uma nova variante, ainda mais contagiosa do novo vírus, proveniente da África do Sul. Matt Hancock explicava que "e\_sta nova variante é altamente preocupante, porque ainda é mais transmissível e parece ter sofrido uma maior mutação do que a nova, descoberta no Reino Unido"_. Acrescentando que foram tomadas medidas: "primeiro, os infetados e quem esteve em contacto com eles ficam em quarentena. Em segundo lugar, criámos restrições aos viajantes vindos da África do Sul".

Enquanto o Reino Unido se debate também com esta nova variante a anterior, descoberto em terras de sua majestade Isabel II, já chegou à Dinamarca, Itália, Gibraltar, Holanda e Austrália. O ministro da Saúde francês dizia que é "inteiramente possível" que ela já esteja a circular no país ainda que nenhum caso tenha sido, oficialmente, identificado.

Itália é o país com a carga de mortes mais pesada em toda a Europa, mais de 70.000, e é o quinto país do mundo a superar essa fasquia.

O governo tenta travar a propagação do vírus voltando a impor um confinamento a nível nacional, por temer que as festas de final de ano levem a um aumento, exponencial, no número de casos.

Já a Grécia prepara-se para iniciar um programa de vacinação em massa. Para dar o exemplo, o primeiro-ministro deverá receber a primeira dose no dia 27.

Portugal receberá as primeiras doses da vacina, da Pfizer/BioNtech, no dia 26. Está previsto que a vacinação arranque no próximo dia 27 com os profissionais de saúde, que estão na linha da frente na luta contra a Covid-19, a serem os primeiros a recebê-la.