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Covid-19 já matou mais de dois milhões de pessoas

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De  Teresa Bizarro
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Campo 81, uma zona do cemitério Maggiore, em Milão, Itália, para vítimas de Covid-19
Campo 81, uma zona do cemitério Maggiore, em Milão, Itália, para vítimas de Covid-19   -   Direitos de autor  Luca Bruno/Copyright 2020 The Associated Press. All rights reserved
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O mundo ultrapassou a barreira dos dois milhões de mortos com Covid-19. Dez meses depois dos primeiros confinamentos generalizados, a Organização Mundial de Saúde reconhece que não se está "a conseguir romper as cadeias de transmissão comunitária".

A farmacêutica Pfizer veio entretanto avisar que as próximas remessas de vacinas podem atrasar-se. A empresa está a reestruturar a capacidade produtiva para aumentar o número de vacinas que pode colocar no mercado.

O alerta da farmacêutica fez soar campainhas em todo o mundo. Com a necessidade de garantir que as as duas doses da vacina são tomadas no prazo certo, a presidente da Comissão Europeia já entrou em contacto com a empresa.

"Liguei imediatamente ao director executivo da Pfizer e ele explicou que há um atraso na produção nas próximas semanas, mas assegurou-me que todas as doses prometidas para o primeiro trimestre serão entregues no primeiro trimestre. Ele está pessoalmente envolvido na redução do atraso para se certificar que recuperam o ritmo o mais rapidamente possível. Era muito importante transmitir-lhe a mensagem de que precisamos urgentemente das doses prometidas dentro do primeiro trimestre," afirmou Ursula von der Leyen.

Portugal entrou oficialmente em confinamento esta sexta-feira. As escolas permanecem abertas, tal como serviços públicos e comércio essencial. O país continua a somar recordes que não queria registar: 159 mortos num dia o número de novas infeções continua acima das 10 mil.

Campanha de sensibilização do Serviço Nacional de Saúde

A variante do vírus que foi descoberta no Brasil já foi identificada no Reino Unido. Uma notícia que levou o primeiro-ministro britânico a decretar quarentena obrigatória de 10 dias para praticamente todas as pessoas que entrarem no país a partir de segunda-feira. Os viajantes têm ainda de ter um teste negativo de Covid-19.