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Vacina da AstraZeneca divide países europeus

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De  Ricardo Figueira
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Vacina da AstraZeneca divide países europeus
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São já vários os países europeus, incluindo Portugal ou ainda França, Alemanha e Espanha, onde as infeções estão a subir, que decidiram suspender a vacina da AstraZeneca contra a Covid 19, depois de notícias sobre possíveis efeitos secundários, mesmo se a ligação entre o produto e o aparecimento de coágulos sanguíneos está por provar.

No sentido contrário, a Bélgica continua a administrar a vacina, em linha com as recomendações da Agência Europeia do Medicamento. Laura, que tomou a vacina, não tem receio: "Fiz alguma pesquisa na Internet. Houve outros estudos que mostraram que a vacina da Pfizer também podia causar tromboses. Não fiquei muito preocupada", conta.

A Roménia decidiu continuar a usar a vacina, depois de ter suspendido o uso de um lote na sequência da morte de duas pessoas, em Itália, vacinadas com o mesmo lote: "Não penso que haja riscos, porque qualquer medicamento é testado muitas vezes e, se continua a ser usado, é porque não coloca riscos. Os efeitos secundários que apareceram não têm necessariamente a ver com a vacina. Sobretudo, não conhecemos o historial médico das pessoas que tiveram essas reações", diz Irene Palmisano, dentista que recebeu também esta vacina.

Na Ucrânia, alguns sacerdotes ortodoxos foram vacinados, para dar o exemplo e ajudar a convencer os fiéis. Entretanto, na Grécia, o processo de vacinação foi acelerado. O governo promete estar atento aos relatórios. A Agência Europeia do Medicamento vai apresentar novas conclusões na quinta-feira.

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