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Para breve o fim do estado de emergência

De  Nara Madeira com AFP, AP, EVN
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centro de vacinação, Portugal
centro de vacinação, Portugal   -   Direitos de autor  AP
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Poderão estar reunidas as condições para que o governo português avance para a quarta e última fase do plano de desconfinamento, prevista para três de maio. E o Presidente da República não vai propor a renovação do estado de emergência. Uma informação avançada pelo deputado da Iniciativa Liberal, João Cotrim Figueiredo.

O primeiro-ministro, António Costa, afirmava esta segunda-feira, e após mais uma reunião do INFARMED, a Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, que "o combate à pandemia está a evoluir positivamente". Ainda que seja preciso não baixar a guarda.

Mas apesar do quadro ser favorável há desafios importantes a superar, no âmbito da vacinação, por exemplo.

Descobrir uma vacina não é suficiente, como explicava a ministra da Saúde. Marta Temido admitia que são dois os fatores que comprometem as metas de vacinação: produção e distribuição. Tem havido "alguns contratempos", parte deles "que mereceram resposta mais musculada por parte da UE", e efeitos adversos "extremamente raros".

Contratempos que têm um "impacto no plano de vacinação".

E a batalha não está ainda ganha também devido à evolução das novas variantes do vírus. Um outro desafio que o governo vai garantindo que está controlado. Ainda assim, Marta Temido frisava que as variantes são uma das "complexidades" desta nossa realidade e que é preciso estar atento ao "seu potencial de agressividade".

Depois de um dia sem mortes Portugal registou, em 24 horas, cinco óbitos atribuídos à Covid-19 e 353 novos casos de infeção. Já o número de internamentos nos Cuidados Intensivos diminuiu. O que aumentou foi o de infetados entre os 10 e os 19 anos.

Editor de vídeo • Nara Madeira

Outras fontes • RTP