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Mobile World Capital Barcelona: uma experiência híbrida

De  Euronews
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Mobile World Capital Barcelona: uma experiência híbrida
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O Mobile World Capital regressa a Barcelona com fortes medidas de segurança, credenciais digitais e menos participantes. Uma experiência atípica e híbrida, uma mistura de sessões online e presenciais, que atrairá apenas 35.000 participantes em comparação com os 100.000 que normalmente comparecem.

Ausentes, fisicamente, estão gigantes tecnológicos como o Facebook, Nokia, Ericsson e Samsung.

Este ano não haverá grandes lançamentos de produtos ou os mais recentes dispositivos tecnológicos.

A pandemia parece ter alterado o espírito do evento. O seu responsável, Carlos Grau, explica que este ano o mais importante "é o 5G e o humanismo tecnológico, o que significa colocar as pessoas no centro da tecnologia". O 5G é apresentado como novas experiências que vão mudar vidas em termos de ultra-alta definição e a capacidade de trabalho em rede. O que poderá ser experienciado numa cabina holográfica.

Esta tecnologia e "as ligações 5G, mais avançadas, permitirão estar em 2 lugares ao mesmo tempo. Esta tecnologia pode mudar, radicalmente, a interação entre as pessoas", relata a correspondente da euronews em Barcelona, Cristina Giner.

Empresas mais pequenas optaram por estar presentes. Uma das estrelas do espetáculo é a Telco DR, uma start-up que trabalhar em sistemas de clouds públicas e propõe-se mostrar à indústria que os tempos estão a mudar para as grandes empresas tradicionais. A diretora executiva, Danielle Royston, refere que viu aqui uma grande oportunidade de passar a sua mensagem entre alguns dos maiores atores que são, normalmente, os únicos a falar neste congresso. Portanto, é a oportunidade de reunir as empresas mais pequenas, criar uma comunidade e trazer essa mensagem também para o certame.

Será o início de uma nova forma de compreender os mercados e eventos tecnológicos? Teremos de esperar até à próxima edição do congresso, agendada para fevereiro do próximo ano, para saber.

Outras fontes • Cristina Giner