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Embaixador da Tunísia para a UE comenta decisões do presidente do país

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O presidente da Tunísia tem nomeado novos ministros para o seu Governo, mas o país continua numa situação turbulenta, desde que demitiu o primeiro-ministro e suspendeu o Parlamento. Numa entrevista à Euronews, o embaixador da Tunísia para a União Europeia defende as ações do presidente.

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O presidente da Tunísia tem nomeado novos ministros para o seu Governo, mas o país continua numa situação turbulenta, desde que demitiu o primeiro-ministro e suspendeu o Parlamento. 

Numa entrevista à Euronews, o embaixador da Tunísia para a União Europeia defende as ações do presidente, dizendo que eram necessárias para salvar o país. "Ao longo dos últimos anos na Tunísia, vivemos, como tunisinos, ao ritmo de escândalos, uns maiores do que os outros, sem ver nada... solução, julgamentos, progressão. Ouvimos escândalo atrás de escândalo, um maior que o outro, e depois mais nada, alguns dias depois mais nada... Mas não pode continuar assim!", afirmou Nabil Ammar. 

Quando questionado sobre o facto de três membros do Parlamento terem sido detidos no fim de semana, três opositores do presidente Saied,  e os críticos falarem de uma purga, Nabil Ammar respondeu: “Se a justiça seguir o seu curso, eu não interfiro, não faria qualquer julgamento, não tenho poderes para fazê-lo. A justiça deve ser independente... Mas se eles não têm nada a esconder onde está o problema de comparecerem em tribunal e se defenderem? Se eu tivesse sido deputado e houvesse suspeitas contra mim, eu compareceria perante o juiz para esclarecer as coisas. Não me esconderia atrás de uma imunidade. ”

O vice-presidente da Assembleia dos Representantes do Povo da Tunísia garantiu, na segunda-feira, que o presidente do Parlamento tunisino e chefe do principal partido de oposição Ennahda "nunca vai deixar o país", numa altura em que circulavam notícias de que Rached Ghannouchi teria procurado tratamento para um problema de saúde no exterior. A oposição acusa o presidente Kais Saied de protagonizar um Golpe de Estado.

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