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Jogam-se os primeiros trunfos para as eleições na Alemanha

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De  Teresa Bizarro com Agências
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Jogam-se os primeiros trunfos para as eleições na Alemanha
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O combate à pandemia ameaça dominar a campanha eleitoral na Alemanha. A CDU não se recuperou da saída de cena de Angela Merkel e a extrema direita aposta todas as fichas na fragilidade dos democratas cristãos. A Alternativa para a Alemanha (AfD) começa por piscar o olho aos negacionistas.

Num comício de apresentação do programa, Tino Chrupalla, líder da AfD, apontou baterias ao que chama de "indústria do medo". "É com este medo e pânico que a política tem sido feita neste país durante anos. O medo da energia nuclear; o medo do apocalipse climático; a gripe das aves e dos porcos; o fogo infernal do aquecimento global; os combustíveis fósseis e, claro, o alegado vírus assassino da COVID-19", declarou Chrupalla.

Com um discurso oposto, Os Verdes tentam ganhar o eleitorado descontente com as políticas ambientais. O partido parte em segundo lugar nas sondagens.

"Sabemos o que temos de fazer. Precisamos de sair do carvão, precisamos de investir na energ ia eólica, precisamos não só de prometer turbinas eólicas, mas também de as construir. Precisamos de painéis solares nos telhados," afirma Annalena Baerbock, candidata à chancelaria pela coligação Aliança90/Os Verdes.

A 26 de setembro os alemães vão às urnas. A ainda chanceler Angela Merkel não concorre ao quinto mandato. A CDU escolheu Armin Laschet, governador do estado a Renânia do Norte - Vestfália como candidato à liiderança no próximo executivo.