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Crise no gigante imobiliário chinês

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De  Nara Madeira com AP, AFP
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Crise no gigante imobiliário chinês
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Os receios de contágio da crise no gigante imobiliário chinês Evergrande está a afetar os mercados globais - que incluem os de petróleo e de criptomoeda - que enfrentavam já sérias dúvidas em relação às perspetivas de crescimento e inflação. Mas há quem acredite que o governo chinês intervirá.

Kelvin Wong, analista de mercados explicava que acabará por acontecer "mais um resgate tranquilo", por parte das autoridades chinesas, que não querem dizer, explicitamente, que vão injetar milhões para salvar a empresa, porque não "querem criar, de facto, uma espécie de risco moral para o mercado, para que se diga, 'continuem os vossos negócios de desenvolvimento imobiliário, no final nós ainda vos salvaremos'".

O grupo tem 260 mil milhões de euros de dívidas e teme-se, globalmente, uma nova crise como a criada pela falência da Lehman Brothers, nos EUA, até porque se corre o risco de um incumprimento nas suas obrigações já esta semana, o que tem levado investidores a protestarem nas ruas.