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Britânicos vacinados voltam a ser bem vindos e já podem esquiar de novo em França

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De  Francisco Marques
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Turistas britânicos vacinados voltam a ser bem vindos em França
Turistas britânicos vacinados voltam a ser bem vindos em França   -   Direitos de autor  AP Photo/Jerome Delay

França decidiu reabrir as fronteiras às viagens de lazer a partir do Reino Unido. A medida foi anunciada esta quinta-feira pelo ministro do Turismo, Jean-Baptiste Lemoyne, e entra em vigor já esta sexta-feira, a tempo do início de mais uma semana de esqui nos Alpes, onde as entradas se fazem habitualmente ao sábado.

Os turistas britânicos representam 15% do mercado de inverno nos Alpes franceses e os operadores turísticos da região têm reclamado das dificuldades sentidas pelo setor para recuperar após praticamente um inverno e meio perdidos devido à Covid-19.

A abertura francesa às viagens de lazer britânicas cinge-se apenas a pessoas inoculadas com as vacinas autorizadas pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA), mas ainda obriga a apresentar à chegada um teste anticovid negativo no máximo com 24 horas.

Para os britânicos não-vacinados, mantém-se a obrigação de ter de haver um imperativo para viajar, um teste negativo e ainda um isolamento de 10 dias após a entrada em França.

No outro lado do canal da Mancha, o governo decidiu entretanto reduzir o período de isolamento dos "doentes covid" de sete para cinco dias após terem testado positivo.

A liberdade fica dependente de dois testes negativos e o ministro da Saúde britânico espera com isto, à imagem do que fez o governo francês com as viagens, ajudar a economia a recuperar do impacto da pandemia.

Após a revisão de todos os dados, tomámos a decisão de reduzir o período mínimo de isolamento para cinco dias em Inglaterra.

A partir de segunda-feira, quem tiver dois testes negativos pode deixar o isolamento ao sexto dia.
Sajid Javid
Ministro da Saúde do Reino Unido

Na Hungria, prossegue o processo de vacinação e o governo anunciou a autorização para a toma de uma eventual quarta dose, sem no entanto a tornar obrigatória. Nem mesmo para os profissionais de saúde.

O resultado do reforço vacinal ainda está por conhecer e o executivo de Viktor Orbán espera que a terceira dose já a ser inoculada se revele eficaz contra a variante Ómicron para poder poupar os cidadãos a mais vacinas.

Outras fontes • AFP, AP