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União Europeia coordena envio de ajuda humanitária para Tonga

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De  Euronews  com LUSA
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União Europeia coordena envio de ajuda humanitária para Tonga
Direitos de autor  AP/AP

Depois da Nova Zelândia e da Austrália, a União Europeia (UE) anunciou este sábado que está a canalizar ajuda humanitária para Tonga, a pedido das autoridades locais.

Um primeiro navio partiu já da Polinésia francesa para dar assistência ao arquipélago, afetado pela chuva de cinza e o tsunami resultantes da devastadora erupção do vulcão marinho HungaTonga Hunga Ha'apai, informou a Comissão Europeia em comunicado.

Através do seu Mecanismo de Proteção Civil, a UE está a coordenar com a França a entrega de 30 toneladas de ajuda, incluindo duas unidades de purificação de água, 4.000 litros de água potável, kits de higiene, tendas de campanha familiares, ferramentas, cordas, e alimentos não perecíveis.

A Comissão Europeia coordena a entrega e financia 75% dos custos de transporte.

Esta ajuda material junta-se aos 200 mil euros de financiamento inicial de ajuda humanitária de emergência da UE para a Cruz Vermelha de Tonga, para ajudar as comunidades mais afetadas, que abrangem 84% da população.

Até ao momento, as entregas têm decorrido sem qualquer contacto humano, de forma a evitar uma eventual propagação de covid-19 no país, com apenas um caso registado, desde o início da pandemia.

Cinzas dificultam levantamento dos danos em Tonga

Após a erupção vulcânica e o tsunami que devastaram as ilhas no Pacífico, a queda de cinzas isolou a população, em grande parte sem meios de subsistência.

Um fenómeno que, de acordo com o presidente da assembleia legislativa de Tonga, Fatafehi Fakafanua, comprometeu também o "levantamento exaustivo da quantidade de culturas danificadas", isto num território onde a "agricultura é o pilar da economia" e os "agricultores estão muito preocupados". 

Tsunami de Tonga provoca desastre ambiental no Peru

Os efeitos da atividade vulcânica em Tonga fizeram-se sentir um pouco por todo o planeta. No Peru, o estado de emergência ambiental vai estar em vigor nos próximos três meses, após um petroleiro ter derramado quase um milhão de litros de crude. A embarcação estava a abastecer uma refinaria da Repsol quando foi atingida por fortes ondas na sequência do tsunami.