Biden agrava sanções à Rússia e reforça dispositivo da NATO na Europa

Presidente norte-americano, Joe Biden, anuncia novas sanções contra a Rússia
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Presidente norte-americano garante que, ao contrário do que o Kremlin fez crer, Vladimir Putin é o “agressor” e foi quem “começou esta guerra”.

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Joe Biden garante que Putin quer "restabelecer a antiga União Soviética" e tem "pretensões imperiais". Numa conferência de imprensa, o presidente norte-americano anunciou que Estados Unidos e aliados vão reforçar sanções à Rússia e que o dispositivo da NATO na Alemanha será reforçado com tropas norte-americanas.

Biden afirmou: "As nossas forças não estão e não estarão envolvidas no conflito com a Rússia na Ucrânia.As nossas forças não estão a ir para a Europa para combater na Ucrânia mas para defender os nossos aliados da NATO, tranquilizar os aliados e tranquilizar os aliados no Leste".

O presidente norte-americano sublinhou que "os EUA vão defender cada centímetro do território da NATO com toda a força do poder americano. Limitaremos a capacidade da Rússia de fazer negócios em dólares, euros, libras e ienes. Faz parte da economia global. A ação de hoje sancionará os bancos russos, que juntos possuem cerca de 1 bilião de dólares em ativos. E as empresas americanas de petróleo e gás não devem aproveitar este momento para aumentar os preços. Estamos a trabalhar ativamente com países de todo o mundo para aliviar a liberação coletiva das reservas estratégicas dos principais países consumidores de energia. E os EUA vão liberar barris de petróleo adicionais"

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