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ONU renova missão no Mali

A ONU tem cerca de 15.000 soldados e polícias no Mali
A ONU tem cerca de 15.000 soldados e polícias no Mali Direitos de autor Loey Felipe/AP
Direitos de autor Loey Felipe/AP
De  euronews
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Forças de manutenção da paz ficam por mais um ano mas sem apoio militar aéreo francês

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O Conselho de Segurança das Nações Unidas decidiu prolongar a missão de manutenção da paz "Minusma", no Mali por mais um ano.

No entanto, não conta com o apoio aéreo da operação francesa "Barkhane", pois representa uma "linha vermelha" para a junta militar que Governa o país. O que pode levar os países europeus a abandonar esta força internacional de cerca de 15.000 soldados e polícias pois "É um risco", como avançou um diplomata sob condição de anonimato, à Agência France Press.

A resolução sobre a prorrogação da missão da ONU no Mali, até 30 de junho de 2023, redigida por França, foi adotada com 13 votos a favor e as abstenções da Rússia e da China.

Moscovo ressaltou, no entanto, que o texto final tem "formulações intrusivas", relativamente às questões dos Direitos Humanos.

A operação, que foi criada em 2013, tornou-se a mais mortífera de todas as missões de manutenção da paz da Organização das Nações Unidas.

Após dois golpes em menos de um ano, o Mali é governado por uma junta militar, que não controla partes do país, particularmente no norte e no centro. A administração central está praticamente ausente enquanto os ataques de vários grupos jihadistas estão a aumentar.

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