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Zelenskyy diz que russos e colaboradores podem fugir ou ser capturados e julgados

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De  Rodrigo Barbosa  com AFP / EFE
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Soldado ucraniano junto ao cadáver de um compatriota na região de Kharkiv
Soldado ucraniano junto ao cadáver de um compatriota na região de Kharkiv   -   Direitos de autor  AP Photo/Leo Correa

Fugir ou ser capturado e julgado: são as opções que oferece o presidente ucraniano aos soldados russos e colaboradores, à medida que prossegue a contraofensiva.

O Exército ucraniano realizou novos ataques na região de Donetsk e reconquistou uma aldeia perto de Lysychansk, o que significa que a Rússia já não controla totalmente a região de Luhansk.

Avisámos os militares de que os russos só têm duas opções: escapar ou ser capturados.
Volodymyr Zelenskyy
presidente da Ucrânia

O presidente da Ucrânia diz que as respetivas forças estão "a estabilizar a situação e a manter posições, de forma firme, o que provoca o pânico entre os invasores".

"Avisámos os militares russos de que só têm duas opções: escapar ou ser capturados. E os colaboradores também podem tentar escapar,  se a Rússia os deixa entrar no território, mesmo tendo-lhes dado passaportes, ou ser julgados de acordo com a legislação da Ucrânia", afirmou Volodymyr Zelenskyy.

Regiões separatistas querem referendar adesão à Rússia

Face ao avanço da contraofensiva, nas regiões separatistas as chamadas câmaras públicas - que são orgãos consultivos - pediram às lideranças pró-russas para avançarem com referendos de adesão à Rússia.

Lina Vokalova, vice-presidente da Câmara Pública de Luhansk, afirmava que "s residentes do Donbass já escolheram em 2014, no referendo de autodeterminação" e têm "esperado, todos estes anos, que haja finalmente um segundo referendo que realize o sonho de regressar à Rússia".

Ucrânia denuncia "terrorismo nuclear"

Entretanto, o diretor da Agência Internacional de Energia Atómica pediu que parem imediatamente todas as ações militares contra instalações nucleares, depois de Kiev ter anunciado a queda de um míssil russo a 300 metros de uma central na província de Mykolaiv, no sul da Ucrânia.

Uma ação que Kiev classificou de "terrorismo nuclear".