Exposição dedicada ao autor das "Aventuras de Tintin" no Círculo de Belas Artes em Madrid

Capital espanhola vê Hergé aos quadradinhos
Capital espanhola vê Hergé aos quadradinhos Direitos de autor Paul White/AP
Direitos de autor Paul White/AP
De  euronews
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button
Copiar/colar o link embed do vídeo:Copy to clipboardCopied

Capital espanhola vê Hergé aos quadradinhos.

PUBLICIDADE

Quando era criança só se portava bem com um lápis nas mãos. Georges Remí, ilustrador e artista, conhecido internacionalmente como Hergé, ao longo dos anos continuou a portar-se muito bem com o lápis e tornou-se no criador de Tintin, um dos maiores ícones da banda desenhada do século XX. Tintin habituou-se a viajar nas aventuras e agora passa agora por Madrid, numa exposição que apresenta mais de 300 peças originais das "Aventuras de Tintin".

Tintin é muito especial. Por um lado, o desenho é excepcional. Aquele desenho hipnótico, com cores uniformes, com aquele traço. Qualquer pessoa, uma criança, mesmo que não saiba ler, abre um livro de Tintin e fica fascinada.
Joan Manuel Soldevilla
Especialista em banda desenhada

Hergé desen volveu personagens muito sólidas ao serviço de aventuras que conduzem a um poderoso discurso moral.

O entusiamo percebe-se em torno do Lótus Azul, umas das aventuras que é mais relevante do que nunca, explica o diretor do Museu Hergé na Bélgica, Nick Rodwell: "(Hergé) foi muito influenciado pelo que estava a acontecer no mundo. O Tibete foi criado assim como o Lótus Azul, devido aos acontecimentos nesses países. Os japoneses estavam a invadir a China, e os chineses estavam a invadir o Tibete, tal como os russos estão agora a invadir a Ucrânia".

A exposição que mergulha no universo de Hergé pode ser apreciada no Círculo de Belas Artes, em Madrid, até 19 de Fevereiro de 2023.

Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

Projeto luso casa herança têxtil e expressão artística

Um arquiteto juntou-se a 17 famílias e nasceu a primeira cooperativa de habitação em Madrid

Só em janeiro, Canárias receberam mais migrantes do que na primeira metade de 2023