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Biden anuncia investimentos em África

Presidente dos Estados Unidos da América, Joe Biden
Presidente dos Estados Unidos da América, Joe Biden Direitos de autor Patrick Semansky/Copyright 2022 The AP. All rights reserved.
Direitos de autor Patrick Semansky/Copyright 2022 The AP. All rights reserved.
De  João Peseiro Monteiro
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O segundo dia da cimeira EUA-África foi consagrado aos negócios. Prioridade do investimento vai para as infraestruturas. Biden aponta exemplo de Angola com centrais de energia solar

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Os africanos podem contar com os Estados Unidos. Esta foi a mensagem do presidente Joe Biden no Fórum de Negócios que juntou dirigentes políticos e empresários, num dos muitos eventos da cimeira de Líderes que decorre em Washington.

Biden enumerou muitos dos negócios que foram concluídos e recordou as grandes linhas de investimento para o desenvolvimento do continente africano.

A presidente do Corporate Council on Africa, uma associação empresarial americana, explica que nos Estados Unidos os governos não costumam ajudar as empresas privadas a desenvolver negócios no estrangeiro, ao contrário de outros presidentes, como o francês, que viajam com uma comitiva de empresários. Florizelle Liser constata no entanto que a situação está a mudar.

Joe Biden referiu no discurso os projetos de centrais de energia solar em curso em Angola avaliados em dois mil milhões de dólares. Um tema que levou o presidente João Lourenço a partilhar a experiência angolana no painel da parceria para investimento em infraestruturas, programa que deverá contar com a maior dotação financeira

Angola e África necessitam sobretudo de acesso a financiamento para desenvolver infraestruturas – refere o ministro da Energia e da Águas, João Baptista Borges - mas para que de facto esse acesso seja efetivo é preciso que nós saibamos como chegar a esse recurso. Muitas vezes o que nos falta é saber ou dominar os mecanismos e dominar sobretudo os processos que permitam obter luz verde para utilização desses recursos."

A administração Biden vai acompanhar os investidores americanos e africanos e está já a trabalhar nesse sentido.

Ramin Toloui, do gabinete de assuntos económicos e empresariais do Departamento de Estado, explica que ainda durante a cimeira serão identificadas as áreas chave de acompanhamento para que os investimentos agora selados se concretizem.

O segundo dia da cimeira ficou também marcado pela assinatura de um memorando de entendimento entre os Estados Unidos e a Zona de Comércio Livre Continental Africana, um acordo que, para Biden, vai aproximar ainda mais as duas margens do Atlântico.

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