Ucrânia pode reconquistar a iniciativa na guerra

Análise à guerra na Ucrânia por Sasha Vakulina
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De  Oleksandra Vakulina
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Apoio atempado do Ocidente com armas e munições é fundamental para Kiev lançar contra-ofensivas.

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A Ucrânia tem capacidade de recuperar a iniciativa no campo de batalha em 2023 com suficiente e oportuno apoio ocidental - avalia o Instituto para o Estudo da Guerra (ISW, na sigla em inglês).

O grupo de reflexão norte-americano afirma que o calendário da viagem de Biden à Europa sinaliza claramente a continuação do apoio ocidental à Ucrânia após concertação de esforços russos para dissuadir a ajuda militar e o apoio político ocidentais.

O presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy declarou que a Ucrânia continuará a defender Bakhmut mas "não a qualquer custo". Zelenskyy e o Ministro da Defesa ucraniano Oleksii Reznikov também sublinharam que as tropas ucranianas continuam a preparar-se para contra-ofensivas no curto prazo.  Há muito que ficou claro que a Ucrânia não irá continuar a defender Bakhmut se correr o risco de ver um grande número de tropas ucranianas cercadas.

Segundo o Instituto para o Estudo da Guerra o comando militar russo provavelmente cortou o acesso direto de Yevgeny Prigozhin às ogivas de artilharia e ao armamento pesado como parte do esforço de profissionalização das forças convencionais russas, deixando o grupo Wagner com "total falta de munições".

O grupo de reflexão diz: Prigozhin pode ter deturpado o o impacto devastador da falta de munições de artilharia no grupo Wagner para mascarar a verdadeira frustração com a incapacidade de operar os seus próprios sistemas de artilharia.

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