"Mais solidariedade" na crise dos migrantes

Reunião do MED5
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Grupo de países da União Europeia com fronteiras no mediterrâneo considera que o mecanismo de solidariedade voluntária dentro do bloco não está a funcionar

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Reunido em Malta, o “Med 5”, o grupo de países da União Europeia com fronteiras no mediterrâneo, criticou os vizinhos do Norte por não aceitarem requerentes de asilo ao abrigo de uma iniciativa de realojamento voluntário.

No final do encontro, o ministro do Interior de Espanha disse que o grupo chegou à mesma conclusão sobre a implementação em curso do mecanismo de solidariedade voluntária: não está a funcionar como desejado. “O procedimento é demasiado lento, demasiado seletivo, com poucos resultados e muito pouca previsibilidade", destacou Fernando Grande-Marlaska.

Durante o encontro deste sábado, que preparou a proxima reunião com os reprentantes dos 27, os ministros responsáveis pela política de migração de Chipre, Grécia, Itália, Malta e Espanha sublinharam a necessidade de trabalho conjunto com os paises de origem dos migrantes e uma maior eficácia e rapidez no regresso das pessoas que não reúnem as condições para beneficiar de asilo.

Fernando Grande-Marlaska disse que Espanha “provou que uma parceria real e eficaz com os países de origem e de trânsito é a melhor forma de prevenir a migração irregular e de evitar a perda de vidas humanas”. “E como próxima presidência, estamos empenhados em alcançar um novo pacto sobre migração e asilo que seja guiado por esse princípio", afirmou o ministro espanhol, acrescentando que é preciso “continuar a trabalhar em conjunto para este objetivo porque uma melhor política migratória significaria essencialmente uma melhor União Europeia”.

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