Reserva Federal aumenta taxa e provoca reações mistas na Europa e na Ásia

Jerome Powell, presidente da Reserva Federal dos EUA
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De  Francisco Marques
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Ásia com movimentos positivos no fecho das bolsas chinesas e flutuação ligeiramente a verde no Japão e na Coreia do Sul. Europa abre a dois tons

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A Reserva Federal norte-americana decidiu subir num quarto de ponto percentual (0,25%) a taxa de juro de referência e colcou-a no intervalor entre os 4.75% e os 5%, dando sinais de que não haverá mais agravamentos no curto prazo perante a atual crise no setor bancário provocada pelo Silicon Valley Bank.

As ondas de choque do aumento das taxas de juro pela Reserva Federal dos Estados Unidos tiveram impacto na Ásia.

No Japão, o índice Nikkei abriu a cair 0,2%  e fechou com 0,17% no vermelho. Na Coreia do sul, o Kospi derrapou 0,1% na abertura, mas fechou a valorizar 0,31%.

Em Hong Kong, o Hang Seng subia quase um por cento e, em Xangai, o Composite manteve-se sereno e sem oscilações. Isto depois de Wall Street, nos Estados unidos, ter fechado a cair mais de 1,6% (Dow Jones baixou 1,63% e o Nasdaq afundou 1,65%).

No despertar bolsista europeu, Lisboa abriu no vermelho, com o PSI a cair 0,67% e a Jerónimo Martins a ser a mais pesada das 16 cotadas. No resto da Europa, os movimentos de abertura foram positivos nas principais praças, com Londres a valorizar 0,41%, Paris 0,26% e Frankfurt 0,14%. Em sentido descendente, Madrid perdia 0,44% e Milão 0,12% na abertura.

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