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Budapeste: Professores e estudantes nas ruas por uma Educação melhor

Protesto de professores e estudantes em Budapeste, outubro de 2022
Protesto de professores e estudantes em Budapeste, outubro de 2022 Direitos de autor AP/Copyright 2022 The AP. All rights reserved
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De  Euronews
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Professores e estudantes voltam a sair à rua, em Budapeste, por uma Educação justa e melhor e contestam a polémica modificação à lei da Educação.

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Docentes e estudantes voltaram a sair à rua em Budapeste, na quarta-feira, para apelar a uma Educação justa e melhor e contra a chamada lei do "status quo", a polémica modificação à lei da Educação. Exigem um referendo nacional sobre o setor.

Uma jovem estudante, Lili Pankotai, que participava na manifestação, afirmava que "não existe uma cultura de solidariedade" na Hungria. O motivo é o facto do "comunismo" ter durado "muito tempo". Acrescentava que não há Democracia ou Estado de Direito no país: "temos uma pseudodemocracia para receber dinheiro da União Europeia", concluia.

Para os manifestantes as alterações à lei prejudicam professores e alunos. Estes últimos veem-se obrigados a abandonar o país. Anna Székely, outra jovem manifestante, dizia-se "farta" daquilo a que está a assistir. Explicava que "todos" os seus "amigos" estão a partir "para o estrangeiro" porque o seu "país não lhes consegue dar o que precisam. E a situação não tem fim, porque este governo não cede".

Horas antes da manifestação, o governo aligeirou o projeto de lei sobre a Educação. Na lei que regula o estatuto dos professores eliminou a rescisão por justa causa, um passo no bom sentido mas não suficiente para cessar as reivindicações.

O protesto terminou com alguns manifestantes em confronto com a polícia de choque, junto ao gabinete do chefe do executivo.

Uma das correspondentes da euronews em Budapeste, Rita Konya, relembrava que a última manifestação contra o "status quo" proposto aconteceu a 24 de abril. Na altura, a polícia disparou "gás lacrimogéneo" contra os "estudantes que protestavam junto ao gabinete do primeiro-ministro".

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