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Quatro crianças e dois adultos esfaqueados num parque infantil

Polícia no local do ataque em Annecy
Polícia no local do ataque em Annecy Direitos de autor Jean-Christophe Bott/Keystone via AP
Direitos de autor Jean-Christophe Bott/Keystone via AP
De  Euronews
Publicado a Últimas notícias
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Atacante tem estatuto de refugiado na Suécia, é cristão, foi detido após ataque e, para já, não há indícios de se tratar de um ato terrorista

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Quatro crianças e dois adultos foram esfaqueados esta quinta-feira de manhã num parque infantil em Annecy, cidade francesa às portas do Alpes.

O atacante, um cidadão sírio de 31 anos identificado como Abdalmasih H., viveu 10 anos na Suécia com estatuto de refugiado, não tem antecedentes criminais nem psiquiátricos.

O homem chegou a França há cerca de oito meses após ter visto rejeitado um pedido de naturalização pelo governo sueco.

O suspeito foi detido pela polícia após o ataque, que aconteceu pelas 09h30 da manhã (menos uma hora em Lisboa) e deixou em estado grave duas crianças com menos de três anos e um adulto.

A polícia terá demorado apenas três a quatro minutos a chegar ao local do crime. O suspeito foi registado em vídeos amadores a tentar fugir, mas acabou preso.

Os motivos do ataque estão ainda a ser apurados, mas a suspeita de se tratar de um ato terrorista está para já afastada.

Em declarações à France Press, a ex-mulher e a mãe do suspeito manifestaram-se chocadas e incrédulas com o ocorrido.

"Meu Deus, ele era muito gentil. Não percebo", referiu a ex-mulher, sob anonimato, uma cidadã sueca com quem o atacante teve um filho de três anos. O casal divorciou-se no ano passado.

O ministro do Interior francês, Gérald Darmanin, não apontava para quaisquer números mas, nas redes sociais, referia que um individuo foi detido graças à "rápida intervenção das forças da ordem".

O Presidente Emmanuel Macron disse que "a Nação ficou em choque" com o ato "absolutamente cobarde" cometido em Annecy.

Na câmara baixa do parlamento gaulês, quando decorriam os debates sobre a reforma das pensões e entre acusações de aproveitamento desta tragédia, observou-se um minuto de silêncio.

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