Zelenskyy procura apoio para reativar corredor no Mar Negro

ARQUIVO - Imagem de cargueiro no porto ucraniano de Odessa
ARQUIVO - Imagem de cargueiro no porto ucraniano de Odessa Direitos de autor David Goldman/AP
De  Euronews
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button
Copiar/colar o link embed do vídeo:Copy to clipboardCopied

Presidente ucraniano alerta para crise alimentar iminente. Nações Unidas subrecrevem a preocupação

PUBLICIDADE

O presidente ucraniano está à procura de apoio para restabelecer corredor de segurança no Mar Negro.O tema foi central numa conversa telefónica com o homólogo turco, esta sexta-feira. Erdogan esteve diretamente envolvido no acordo que a Rússia rasgou na última semana.

O Conselho de Segurança da ONU junta-se a Zelenskyy na preocupação sobre uma crise alimentar mundial. Ao fim do acordo que permitia um corredor de segurança para retirar cereais da Ucrânia, multiplicaram-se nos últimos dias os ataques nas cidades portuárias ucranianas.

"A nova vaga de ataques aos portos ucranianos corre o risco de ter impactos de grande alcance na segurança alimentar global, em particular nos países em desenvolvimento," considerou Rosemary DiCarlo, subsecretária da ONU para assuntos políticos e de manutenção de paz.

Para Martin Griffiths, subsecretário das NAções Unidas para Assuntos Humanitários, "a confirmação, na segunda-feira, de que a Federação Russa se vai retirar da Iniciativa para o Mar Negro foi extremamente dececionante para todos nós".

O vice-ministro russo dos Negócios Estrangeiros veio a público defender decisão de retirada do acordo sobre cereais. Diz que o corredor de segurança do Mar Negro foi utilizado pela Ucrânia para organizar "ataques terroristas" à ponte da Crimeia e à base russa de Sebastopol.

Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

Um morto e doze feridos em ataque russo a Poltava na Ucrânia

Kremlin diz que ataque à central nuclear de Zaporíjia é "provocação perigosa" da Ucrânia

Rússia diz que Ucrânia atingiu central de Zaporíjia. Kiev nega, ONU critica ataque imprudente