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Coreia do Norte responde ao Comando da ONU sobre soldado americano em fuga

A imagem de Travis KJing no ecrã de uma estação ferroviria em Seul, Coreia do Sul
A imagem de Travis KJing no ecrã de uma estação ferroviria em Seul, Coreia do Sul Direitos de autor AP Photo/Ahn Young-joon/Arquivo
Direitos de autor AP Photo/Ahn Young-joon/Arquivo
De  Francisco Marques
Publicado a Últimas notícias
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O Comando da ONU, que supervisiona a zona desmilitarizada na fronteira entre as Coreias, não detalhou o teor da mensagem, o que permite subentender que Travis King terá cruzado mesmo a fronteira

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A Coreia do Norte respondeu por mensagem a um pedido de informações do Comando da ONU sobre o soldado Travis King, que terá desertado a 17 de julho e atravessado a fronteira entre as duas Coreias para escapar à deportação disciplinar para os Estados Unidos.

"O KPA (sigla anglófona para o Exército da Coreia do Norte) respondeu ao Comando das Nações Unidas em relação ao soldado King. Para não interferir com os nossos esforços de o fazer chegar a casa, não vamos entrar em detalhes neste momento", lê-se num comunicado divulgado pelo organismo militar que supervisiona a zona desmilitarizada entre as Coreias.

Ainda assim, a Coreia do Norte ainda não confirmou ter sob custódia o soldado norte-americano.

Os Estados Unidos entendem não terem sido dados passos substantivos no processo de localizar e resgatar o soldado.

"Não foi uma chamada substantiva. Foi uma chamada de reconhecimento. E, por não ser substancial, certamente não vemos isso como um progresso", afirmou Matthew Miller, porta-voz do departamento de Estado norte-americano, acrescentando que Pyongyang se mantém indiferente aos pedidos de informações por parte dos Estados Unidos.

King em fuga

Travis King esteve dois meses detido em Seul após ter agido com violência contra uma patrulha da polícia da Coreia do Sul e danificado um carro daquela força de segurança.

Após ter sido libertado, o soldado foi colocado em trânsito para ser repatriado para os Estados Unidos, onde viria a ser alvo de um processo disciplinar no seio das forças armadas e, provavelmente, expulso do exército.

King escapou das autoridades já no aeroporto de Seul, conseguiu introduzir-se numa excursão à zona desmilitarizada da fronteira, onde terá atravessado para a Coreia do Norte.

Outras fontes • Yonhap

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