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Familiares sem respostas para desaparecidos em festival atacado por Hamas

Familiares choram vítimas do Hamas durante conferência de imprensa, Telavive, Israel
Familiares choram vítimas do Hamas durante conferência de imprensa, Telavive, Israel Direitos de autor Richard Vogel/Copyright 2023 The AP. All rights reserved.
Direitos de autor Richard Vogel/Copyright 2023 The AP. All rights reserved.
De  Euronews
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Autoridades israelitas encontraram pelo menos 260 corpos no local. Portuguesa pode estar entre os reféns do grupo fundamentalista islâmico.

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O que começou como um festival de música no deserto do Negev, junto à Faixa de Gaza, terminou num cenário de caos e horror, depois de este sábado um grupo de combatentes do Hamas ter irrompido pelo recinto e começado a disparar contra os participantes.

As autoridades israelitas encontraram pelo menos 260 corpos no local, mas o número de vítimas é ainda incerto. O Hamas diz ter feito mais de 100 reféns, militares e civis, após o ataque surpresa a Israel.

"Noa estava festejava no sul de Israel num festival de música pacífico quando os terroristas do Hamas a sequestraram e arrastaram de Israel para Gaza. Noa é mantida refém pelo Hamas. Ela poderia ser sua filha, irmã, amiga".

Familiares e amigos procuram agora pelos desaparecidos, maioritariamente jovens. Informação avançada pela SIC revela que uma portuguesa pode ter sido feita refém pelo Hamas. A jovem tem 22 anos e é israelita sefardita com passaporte português.

Uri David, pai de Tair e Odaya, contou, em conferência de imprensa, ter estado ao telefone "cerca de 30 minutos" com as filhas, que estavam no festival, antes de perder o contacto. 

"Ouvi falarem árabe. Disse-lhes para se deitarem com a cara virada para o chão, uma ao lado da outra, com as mãos juntas e nem sequer respirarem. Não foi fácil". 

Merav Leshem Gonen, disse que a sua filha ligou do carro onde se encontrava com outras quatro pessoas enquanto tentavam escapar, e lhe disse que estava a sangrar e prestes a perder a consciência.

Ela estava a falar comigo e dizia: "Mamã, ajuda-nos, não sabemos o que fazer". E eu disse-lhe, ao telefone: "Liga-me, nós amamos-te, está tudo bem. Estamos a tentar encontrar uma forma de vos tirar daí, estamos a enviar pessoas". E sabiam que estava a mentir, porque não tenho respostas. Nós não tínhamos qualquer resposta, ninguém aqui tinha
Merav Leshem Gonen
Mãe de participante desaparecida do festival

Algumas das pessoas raptadas já foram entretanto dadas como mortas.

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