Ataque aéreo perto do maior hospital de Gaza

Destruição em Gaza
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Um porta-voz do Ministério da Saúde palestiniano falou em "um massacre contra mais vítimas, civis e feridos".

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Um ataque aéreo israelita perto do Hospital Al-Shifa, em Gaza, causou a morte de várias pessoas e dezenas de feridos. Segundo as informações avançadas pelo Ministério da Saúde palestiniano, as explosões atingiram um fila de ambulâncias que transportava feridos em estado grave para o Egito. 

Um porta-voz do ministério falou em "um massacre contra mais vítimas, civis e feridos". Disse que a Cruz Vermelha tinha sido avisada quando o comboio de ambulâncias estava a sair do hospital, mas que tinha sido atacado quando ainda estava perto dos portões. 

Fontes militares de Israel afirmaram que o ataque teve como alvo um centro de comando do Hamas.

Esta sexta-feira, Benjamin Netanyahu voltou a excluir a hipótese de parar a ofensiva.

"Israel recusa um cessar-fogo temporário que não inclua a libertação dos nossos reféns. Israel não permitirá a entrada de combustível em Gaza e opõe-se ao envio de dinheiro para a Faixa", disse o primeiro-ministro israelita. 

Os foguetes lançados contra Israel continuaram a ser disparados, obrigando cerca de 250 000 pessoas a evacuar cidades no norte e no sul de Israel. A maioria dos foguetes é intercetada.

Mais de 9.200 palestinianos já foram mortos em Gaza, dois terços dos quais mulheres e menores, informou o Ministério da Saúde da região. 

Do lado israelita morreram mais de 1400 pessoas, principalmente civis  durante o ataque inicial do Hamas.

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