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Ucrânia garante que não perdeu Marinka e ataca navio russo no Mar Negro

Ucrânia diz ter destruído navio russo no Mar Negro
Ucrânia diz ter destruído navio russo no Mar Negro Direitos de autor Felipe Dana/Copyright 2023 The AP. All rights reserved.
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De  Euronews
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Forças ucranianas garantem que ainda há forças de Kiev na cidade de Marinka, na região de Donetsk. E anunciam que atacaram navio de desembarque russo no Mar Negro.

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O governador russo da região da Crimeia, Sergei Aksionov, acusou a Ucrânia de atacar na madrugada desta terça-feira o porto de Teodósia, fazendo um morto e dois feridos. Segundo o dirigente russo, seis edifícios foram destruídos e os residentes nas imediações tiveram de ser retirados do local e levados para centros de acolhimento.

No ataque ao porto, os ucranianos garantem ter destruído o navio de desembarque Novocherkassk; o Ministério da Defesa da Rússia já divulgou entretanto uma declaração admitindo danos na embarcação, que foi atingida por mísseis teleguiados.

O porto de Teodósia, segundo as autoridades russas da Crimeia, está a operar sem constrangimentos.

No Telegram, as Forças de Defesa do Sul da Ucrânia explicaram que o Novocherkassk foi construído para a URSS na Polónia socialista, entre 1975 e 1991, e que a primeira tentativa de ataque ao navio foi a 24 de março de 2022, no porto da cidade ocupada de Berdyansk.

Kiev veio ainda garantir que a cidade de Marinka não foi tomada pelos russos: na segunda-feira, o ministro da Defesa da Rússia, Sergei Shoigu, tinha assegurado que as forças especiais russas tinham "libertado completamente" esta cidade estratégica na região de Donetsk. O ministro foi filmado durante uma reunião com Vladimir Putin, que foi transmitida na televisão, e o presidente russo congratulou-se com o "sucesso" das tropas russas, que diz estarem a deslocar-se para uma "área operacional mais alargada".

Shoigu disse que o controlo de Marinka irá permitir aos soldados russos continuarem a deslocar-se nesta direção "e torna possível proteger Donetsk de forma mais eficaz dos ataques" das forças ucranianas.

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