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Ataques israelitas em Gaza fazem vários mortos. OMS alerta que recém-nascidos estão a morrer à fome

Israel continua os bombardeamentos em Rafah deixando um rasto de destruição
Israel continua os bombardeamentos em Rafah deixando um rasto de destruição Direitos de autor  Fatima Shbair/Copyright 2024 The AP. All rights reserved.
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De Euronews
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Dezenas de pessoas mortas e centenas detidas após Israel invadir hospital Al-Shifa. Ataque a campo de refugiados Nuseirat faz pelo menos 27 mortos. Outras 23 pessoas morreram após ataque aéreo na cidade de Gaza onde estava a ser distribuída ajuda.

As tropas israelitas dizem ter matado dezenas de combatentes do Hamas e detido 300 pessoas no ataque ao hospital Al-Shifa na cidade de Gaza. Não foi ainda confirmado se os mortos tinham alguma ligação ao Hamas.

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Israel tomou controlo do complexo hospitalar no início da semana, alegando que o Hamas estava a usar as instalações como base operacional.

As forças israelitas já tinham invadido o Hospital Al-Shifa em novembro do ano passado,  com a justificação de que o Hamas mantinha um centro de comando no interior e em túneis debaixo das instalações.

Tal como a maioria dos hospitais de Gaza, o Al-Shifa está inoperacional por falta de eletricidade, combustível e equipamento médico. Mas, de acordo com o Ministério da Saúde de Gaza, cerca de 30 mil pessoas estariam abrigadas no hospital no momento do ataque desta semana.

As forças israelitas atacaram na terça-feira um edifício residencial de três andares no campo de refugiados de Nuseirat, na região centro da Faixa de Gaza, matando pelo menos 27 pessoas, avança a Al Jazeera, citando a Wafa.

Outro ataque aéreo israelita na terça-feira teve como alvo trabalhadores de distribuição de ajuda humanitária, numa rotunda na cidade de Gaza, principal local de distribuição de alimentos na área.

Os trabalhadores estavam a garantir a distribuição de ajuda necessária aos centros da ONU. Pelo menos 23 foram mortos.

Enquanto a brutal guerra de Israel em Gaza continua, os 2,3 milhões de residentes do território palestiniano sitiado enfrentam o risco iminente de fome.

Margaret Harris, uma porta-voz da Organização Mundial da Saúde (OMS), disse que um número crescente de crianças em Gaza está à "beira da morte" devido à fome severa.

"O que as equipas médicas nos dizem é que cada vez mais estão a ver os efeitos da fome, bebés recém-nascidos simplesmente morrendo porque pesam muito pouco ao nascer", disse Harris aos jornalistas em Genebra, cita a Al Jazeera.

Mais de 31.800 pessoas foram mortas e cerca de 74.000 foram feridas desde o início da guerra em Gaza em 7 de outubro.

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