EventsEventosPodcasts
Loader

Find Us

PUBLICIDADE

Crise EUA-China domina feira de eletrónica de Berlim

Crise EUA-China domina feira de eletrónica de Berlim
Direitos de autor 
De  Nara Madeira
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button
Copiar/colar o link embed do vídeo:Copy to clipboardCopied

A guerra comercial entre Estados Unidos e China estará no centro das atenções na IFA Berlim 2019, feira de consumíveis eletrónicos,

PUBLICIDADE

A IFA Berlim 2019, feira de consumíveis eletrónicos, acontece num momento de viragem. Tradicionalmente, o programa do certame é dominado pelas novas tendências em televisores e eletrodomésticos inteligentes. Este ano a guerra comercial entre Estados Unidos e China estará no centro das atenções.

"Na IFA deste ano todos os olhos estão voltados para a Huawei. Há uma escalada na guerra comercial e a marca lança o seu novo telemóvel no final do mês, em Munique. A pergunta está aí: será ela a primeira vítima da guerra comercial? Nós estaremos atentos à Huawei na apresentação à imprensa, para compreender que sinais sairão dela", explica Nicole Scott, Editora do portal Mobile Geeks.

A tecnológica chinesa Huawei pode ser obrigada a deixar de usar o sistema operativo Android, da Google, no seu próximo smartphone. Pequim critica o comportamento de Washington

"Pedimos aos EUA que parem de generalizar sobre a Segurança Nacional, parem com a difamação e as acusações, deliberadas, contra a China, a supressão, irracional, de empresas chinesas e deem condições equitativas e ambiente não discriminatório para que as empresas chinesas possam operar, normalmente, nos Estados Unidos", afirmou o porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros da China, Geng Shuang.

A IFA está aberta ao público de seis a 11 de setembro com 1800 expositores, entre eles os maiores grupos tecnológicos do mundo que levarão ao certame as suas mais recentes inovações.

Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

Proibição da Huawei nos EUA atrasada 90 dias

Elon Musk obtém apoio dos acionistas para um pacote salarial de 52 mil milhões de euros

China já reagiu a decisão de União Europeia sobre tarifas nos carros elétricos