EventsEventosPodcasts
Loader

Find Us

PUBLICIDADE

Polícias nacionais e europeias cooperam para travar tráfico de resíduos

Polícias nacionais e europeias cooperam para travar tráfico de resíduos
Direitos de autor euronews
Direitos de autor euronews
De  Cyril FournerisElza Gonçalves
Partilhe esta notícia
Partilhe esta notíciaClose Button
Copiar/colar o link embed do vídeo:Copy to clipboardCopied

A cooperação entre forças policiais nacionais e europeias é essencial para travar o tráfico ilícito de resíduos.

Para combater a exportação ilegal de lixo, as alfândegas italianas participam num novo sistema europeu de alerta rápido.

Em caso de cargas suspeitas, o material pode ser analisado e inspecionado.

"Bloqueámos um contentor por suspeita de tráfico de resíduos. O mais importante não é apenas bloquear o contentor, mas investigar e descobrir a organização por detrás dele. Para isso, precisamos da cooperação de todas as forças policiais, não só nacionais, não só não europeias, mas sobretudo europeias. É a união das polícias europeias que nos permitirá travar este tipo de tráfico e, neste sentido, o Organismo Europeu de Luta Antifraude (OLAF) pode dar um enorme contributo“, disse à euronews Andrea Biggi, responsável pelo Gabinete Antifraude de Génova 2, da Agência Aduaneira Italiana.

Um dos objetivos do OLAF é desenvolver uma política antifraude eficaz para a UE.

"Temos dois objetivos principais: investigar a rede e impedir as exportações. Para os casos ambientais, este é um ponto-chave porque, quando os danos estão feitos, é muito complicado recuperar tudo. É essencial criar uma consciência geral e harmonizar o nível dos controlos a nível europeu, bem como coordenar o controlo com os países de destino. Se conseguirmos reunir estes três pontos principais, podemos atingir o objetivo de combater o fenómeno“, frisou Luigi Garruto, Investigador do Organismo Europeu de Luta Antifraude (OLAF).

Nome do jornalista • Elza GONCALVES

Partilhe esta notícia

Notícias relacionadas

O lixo é um negócio altamente lucrativo. UE limita exportações de resíduos

Crianças ativistas promovem eco-esperança

Os europeus adoram chocolate. Mas será que o podem comer de consciência tranquila?