O novo governo esloveno de centro-esquerda insiste que não vai ser a próxima nação da eurozona a ser resgatada. Mas pressão é enorme devido aos sete mil milhões de euros em ativos tóxicos detidos pelos três maiores bancos do país, que contam com o Estado entre os seus acionistas.
Os céticos veem a Eslovénia como mais exemplo da imperfeição da moeda única ao ser imposta a todos os Estados da eurozona a mesma política monetária. Outros veem a Eslovénia como mais um país a precisar de reformas estruturais que teriam de ser efetuadas mesmo sem pertencer à zona euro.
Nesta edição de The Network a eurodeputada eslovena da bancada dos Socialistas e Democratas, Mojca Kleva, o Diretor-Sénior para os Assuntos Europeus do Institute of International Finance, a associação mundial das instituições financeiras, e Zsolt Darvas, Investigador Convidado do Instituto Bruegel de Bruxelas, especializado em questões económicas, respondem às perguntas de Chris Burns.