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Stoltenberg diz que nova ofensiva russa na Ucrânia já começou

Secretário-geral da NATO sublinhou que "Putin e a Rússia continuam a querer controlar a Ucrânia."
Secretário-geral da NATO sublinhou que "Putin e a Rússia continuam a querer controlar a Ucrânia." Direitos de autor Olivier Matthys/Copyright 2023 The AP. All rights reserved
Direitos de autor Olivier Matthys/Copyright 2023 The AP. All rights reserved
De  Euronews
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Secretário-geral da NATO também defendeu envio de mais armas em véspera de reunião dos ministros da Defesa da Aliança Atlântica

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O consumo de munições na Ucrânia é maior do que a capacidade de produção dos Estados-membros da NATO.

Um desafio para Kiev mas também para a Aliança Atlântica, porque os stocks de armas estão a esgotar-se.

O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, pediu aos aliados que aumentem a produção, mas isso também significa mais investimento.

"O tempo de espera para munições de grande calibre disparou de 12 para 28 meses. As encomendas feitas hoje só serão entregues 2 anos e meio depois. Por isso, precisamos aumentar a nossa produção e investir na nossa capacidade produtiva."
Jens Stoltenberg
Secretário-geral da NATO

O assunto estará em cima da mesa na reunião dos ministros da Defesa da Aliança Atlântica que arranca esta terça-feira em Bruxelas.

Esta é também uma luta contra o tempo, insistiu Stoltenberg, que sublinhou que a nova ofensiva russa já começou: “penso que a verdade é que já vimos o começo porque o que a Rússia faz agora, o que o presidente Vladimir Putin está a fazer agora, é enviar milhares e milhares de soldados a mais, aceitando uma taxa muito alta de baixas, aceitando grandes perdas, mas pressionando os ucranianos. O que falta à Rússia em qualidade, eles tentam compensar em quantidade, ou seja, a liderança, a logística, o equipamento, o treino não têm o mesmo nível das forças ucranianas, mas têm mais forças.”

Os ministros da defesa da NATO também vão discutir a necessidade de fornecer mais armas à Ucrânia. Um dos tópicos mais sensíveis será se estão dispostos a enviar caças como a Kiev pede.

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