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"Estado da União": Apoio militar à Ucrânia e regulação da Inteligência Artificial

 Inteligência Artificial é o tema principal da Web Summit, em Lisboa (Portugal)
Inteligência Artificial é o tema principal da Web Summit, em Lisboa (Portugal) Direitos de autor AP Photo
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De  Stefan Grobe
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Os países da União Europeia reconheceram, esta semana, que poderão não conseguir cumprir a promessa de fornecer um milhão de munições à Ucrânia, até à primavera que vem. A regulação da Inteligência Artificial também está em destaque, com a Web Summit a motivar uma entrevista à CEO Victoria Espinel.

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Até agora foram entregues à Ucrânia 300 mil munições e a capacidade industrial está limitada por questões logísticas e financeiras, como admitiu o ministro da Defesa alemão, Boris Pistorius, na reunião de terça-feira, em Bruxelas.

"A questão de saber se um milhão de munições era realista tinha razão de ser. Houve vozes que disseram: "Tenham cuidado, um milhão é fácil de decidir e o dinheiro existe, mas a produção também tem de existir". Infelizmente, as vozes de advertência têm agora razão", explicou o ministro alemão.

Outro tema em destaque é a Inteligência Artificial. Esta semana, realizou-se, em Lisboa (Portugal), a Web Summit, um dos maiores eventos tecnológicos do mundo e que teve de mudar o seu diretor-executivo quase no último momento.

Paddy Cosgrave demitiu-se por ter sugerido que Israel cometeu crimes de guerra em Gaza, o que levou ao boicote da Web Summit por grandes multinacionais tais como a Google, a Meta, a Siemens e a Intel.

A Inteligência Artificial pode trazer grandes benefícios à sociedade, mas tem o potencial para criar situações de risco a o nível da privacidade individual, segurança pública, emprego, propriedade intelectual e muitos outros, se não houver regulamentação adequada. 

A euronews debateu o tema com Victoria Espinel, CEO da BSA The Software Alliance, um grupo industrial que representa as empresas de software nos Estados Unidos, e diretora do Comité Consultivo Nacional de Inteligência Artificial, que aconselha o presidente norte-americano, Joe Biden.

"Diria aos decisores políticos de todo o mundo - não apenas dos Estados Unidos e da UE - que se concentrem nos riscos mais significativos que enfrentamos atualmente. Penso que estão a ser feitas grandes tentativas nos Estados Unidos, na Europa e noutros locais, para adotar uma abordagem flexível baseada no risco. É preciso garantir que ela será suficientemente flexível para funcionar a longo prazo, porque a inovação vai continuar a avançar", explicou Victoria Espinel.

(Veja a entrevista na íntegra em vídeo)

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