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Presidenciais: Doze anos depois a Argentina pode virar à direita

Presidenciais: Doze anos depois a Argentina pode virar à direita
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Os argentinos decidem, este domingo, quem presidirá ao país nos próximos anos. Os candidatos, à inesperada segunda volta das eleições presidenciais, votaram num escrutínio em que 32 milhões de pessoas são chamadas às urnas.

Mauricio Macri, o candidato da oposição conservadora, não venceu a primeira volta mas é o favorito nesta segunda, dizem-no as sondagens. Depois de votar, o representante da aliança “Cambiemos”, afirmou que este é um momento histórico.

Daniel Scioli, da coligação de esquerda, no poder no país há 12 anos, venceu a primeira volta das presidenciais, com 37 por cento dos votos, mais três do que Macri, mas a vitória não está, de todo, garantida.

A atual presidente, Cristina Fernández Kirchner, exerceu o seu direito de voto durante a manhã. À saída afirmou que “seria muito duro regressar ao passado. E que é preciso que, ao votar, os argentinos façam um exercício de memória”.

Depois da surpresa de uma segunda volta se Macri vencer, é o fim de uma era para um país governado, até aqui, inteiramente pela esquerda.