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ONU considera ilegal reclusão de Julian Assange

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De  Miguel Roque Dias com Reuters; AFP; Lusa
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As Nações Unidas consideram ilegal a reclusão do fundador do WikiLeaks, Julian Assange, na embaixada do Equador, em Londres. A decisão partiu de um

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As Nações Unidas consideram ilegal a reclusão do fundador do WikiLeaks, Julian Assange, na embaixada do Equador, em Londres.

A decisão partiu de um grupo de trabalho da ONU sobre a detenção arbitrária.

BREAKING: UN releases statement saying that #Assange decision is 'legally binding' https://t.co/0KCGVrtTJV More: https://t.co/Mb6gXlz7QS

— WikiLeaks (@wikileaks) February 4, 2016

As autoridades suecas, em comunicado, afirmam que o grupo chegou a uma conclusão diferente da das autoridades judiciais do país e que não tem influência no caso em que Assange é suspeito de abusos sexuais.

O advogado de Assange, Per Samuelson, afirma que “a decisão não é formalmente vinculativa” e as autoridades suecas são “livres para negligenciá-la e ir contra ela.” Diz ainda que, no entanto, será impossível a Suécia fazer isso pois de acordo com a interpretação da ONU da lei sueca, “Assange está detido há três anos e meio e isso é superior à pena máxima que ele pode incorrer se ele for condenado na Suécia.”

Julian Assange, de 44 anos, está recluso na embaixada do Equador desde 2012, quando o país lhe concedeu asilo, depois das autoridades do Reino Unido terem decidido entregá-lo às autoridades da Suécia, onde é suspeito de crimes sexuais.

Em 2014 apresentou queixa ao painel da ONU por considerar que a sua reclusão na embaixada representava uma detenção ilegal.

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