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Ammar Sahar, o refugiado que se integrou com um apito

Ammar Sahar, o refugiado que se integrou com um apito
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Ammar Sahar entrou no mundo da arbitragem aos 17 anos de idade na Síria. Há um ano a guerra obrigou-o a deixar o país e encontrou refúgio junto do irmão em Berlim. A paixão pela arbitragem manteve-se e é hoje árbitro no sexto escalão do futebol alemão mas sonha com voos mais altos:

“Espero chegar à Bundesliga no futuro. Trabalho no duro todos os dias para atingir o próximo nível do futebol alemão até chegar ao topo. A Bundesliga é uma das melhores ligas na Europa e no mundo, está no mesmo patamar da Liga inglesa e da Liga espanhola.”

Para já, as críticas são positivas e a tendência é para melhorar. Afinal de contas, o problema óbvio que limitou a sua ação no início está em vias de ser ultrapassado:

“Quando comecei a arbitrar na Liga de Berlim tinha um grande problema. Era um novato que não falava alemão, o que criava um grande problema de comunicação com os jogadores. Agora tenho um pouco mais de experiência, já aprendi um pouco de alemão, sobretudo a linguagem específica do futebol.”

Aos 27 anos de idade, Ammar Sahar ainda vai muito a tempo de deixar a sua marca na arbitragem. Tendo em conta a sua experiência de vida, não é difícil perceber que o pior já passou.