Na ilha grega de Kos avaliam-se os estragos do sismo

Na ilha grega de Kos avaliam-se os estragos do sismo
De  Nelson Pereira
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Passado o perigo, na ilha grega de Kos faz-se a avaliação dos danos causados

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O terremoto que deixou mortos dois turistas e 90 feridos, na ilha grega de Kos, causou também importantes prejuízos materiais naquela ilha turística grega.

O sismo, que atingiu uma magnitude de 6,4 na escala Richter, fez viver momentos de angústia aos habitantes e aos turistas:

“O chão tremeu. As pessoas começaram a gritar. Começou tudo a cair. Nunca vivi nada assim antes. Sou australiano. Foi muito assustador…”, disse Damon Baderas.

O Centro Sismológico Europeu do Mediterrâneo detectou mais de dez réplicas, um pequeno maremoto.

Passado o perigo, a vida começa a regressar ao normal na ilha.

“Afastámo-nos e fomos para uma zona planna de descampado onde não havia nenhum prédio em redor, ali sentíamo-nos um pouco mais seguros. Agora já nos sentimos mais seguros na cidade. Os tremores de terra abrandaram, já não são tão freqüentes. Não acontecem muitas vezes, pudemos voltar e continuar as nossas férias”, contou Penny Adam.

O sismo fez também estragos na mesquita de Defterdar, na Praça de Eleftherias.

“Visitam Kos todos os anos um milhão e meio de turistas. Este forte sismo no auge da temporada turística veio tornar incerto o futuro da economia da ilha. Apesar disto, os representantes empresariais locais consideram que os problemas não são graves. Entretanto, teve já início o processo de reconstrução”, conclui o correspondente da euronews, Michalis Arampatzoglou.

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